segunda-feira , 26 janeiro 2026
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Fórum Econômico Mundial, Davos 2026 e o Agronegócio

Por Enio Fonseca

O Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum – WEF) é realizado tradicionalmente na cidade de Davos, na Suíça. Ele reúne Chefes de Estado, CEOs de grandes empresas, líderes de ONGs, acadêmicos, jornalistas e representantes da sociedade civil, com o objetivo de promover debates e cooperação internacional sobre temas como economia global, comércio, tecnologia, mudanças climáticas, desigualdade social e segurança.

O evento foi criado em 1971 pelo economista Klaus Schwab, hoje afastado da organização.

O evento de Davos é um dos encontros internacionais mais importantes para discutir o futuro da economia e da sociedade global. Embora seja alvo de críticas por seu caráter elitista, altamente consumidor de recursos naturais e forte emissor de gases efeito estufa, em especial pelo grande número de aviões executivos utilizados, continua sendo um espaço central de diálogo entre líderes mundiais.

O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 ocorreu entre 19 e 23 de janeiro, reuniu mais de 60 chefes de Estado e centenas de líderes empresariais, acadêmicos e representantes da sociedade civil, num total de mais de 3 mil participantes.

Sob o tema “A Spirit of Dialogue”, o encontro aconteceu em um momento marcado por instabilidade geopolítica, mudanças climáticas, pressão sobre recursos naturais e insegurança alimentar.

Nesse contexto, este ano, a agricultura deixou de ser tratada apenas como setor produtivo e passou a integrar o núcleo das discussões econômicas globais.
O Fórum Econômico Mundial (WEF) 2026, marcou uma inflexão importante na forma como o agronegócio e o meio ambiente são tratados no debate internacional. Mais do que setores produtivos ou temas ambientais, agricultura, recursos naturais e sistemas alimentares passaram a ser reconhecidos como infraestrutura econômica essencial para a estabilidade global.
Como destacou o presidente do WEF, Børge Brende, “O diálogo não é um luxo em tempos de incerteza. É uma necessidade urgente”.

Foram destaques no evento de 2026 as falas de Donald Trump (Presidente dos EUA), sendo que o seu discurso foi um dos mais aguardados, trazendo uma agenda voltada ao nacionalismo econômico e críticas às políticas ESG.

Já Mark Carney (Primeiro Ministro do Canadá) defendeu a importância da governança global e alertou contra uma ordem mundial baseada apenas na força, e os líderes da União Europeia levaram propostas de resposta às tarifas impostas pelos EUA, reforçando a necessidade de cooperação multilateral.

Dentre os executivos globais destaque para Larry Fink (BlackRock) e André Hoffman (Roche), que participaram de debates sobre sustentabilidade e finanças, com destaque para o posicionamento do presidente da Black Rock, se afastando das energias renováveis.

O Presidente Lula não compareceu pela 4ª vez consecutiva, priorizando agendas internas em ano eleitoral, sendo o País representado pelos Ministros Alexandre Silveira e Esther Dweck. O Brasil foi citado como líder no agro tropical e potencial protagonista na bioeconomia e créditos de carbono, porém sua representação não teve a participação dos ministros ligados à agricultura e ao meio ambiente.

A ausência de uma representação oficial de alto nível do Brasil nas discussões sobre agronegócio foi notada e gerou alertas sobre a perda de influência do país nesse debate estratégico global.

Entre os nomes mais destacados do setor empresarial brasileiro estiveram presentes:
Roberto Setubal e Candido Bracher (Itaú Unibanco): participaram de painéis sobre finanças sustentáveis e o papel dos bancos na transição energética.
Rubens Menin (MRV Engenharia): envolvido em debates sobre habitação acessível e urbanização sustentável.
André Esteves (BTG Pactual): presença em mesas sobre investimentos globais e mercados emergentes.
Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza): contribuiu nas discussões sobre inclusão digital, diversidade e o papel das empresas de varejo na transformação social.
Executivos da Vale (Graziele Parente- vice-presidente executiva de Sustentabilidade e Gustavo Pimenta- CEO)e da Petrobras: participaram de painéis sobre mineração responsável, energia e transição para fontes renováveis.
Representantes de startups brasileiras de tecnologia e fintechs trouxeram a pauta da inovação e da inteligência artificial aplicada ao mercado latino-americano.
ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais): Marcou presença para discutir temas como o financiamento verde e a rastreabilidade no agronegócio, mostrando a ligação do setor com o mercado de capitais.
IFAD (Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola da ONU): O presidente do IFAD, Alvaro Lario, participou de sessões plenárias sobre segurança alimentar, destacando o papel das organizações internacionais no debate.
Sociedade Rural Brasileira (SRB) participou do Fórum Econômico Mundial em Davos 2026. Ana Carolina Zimmermann, produtora rural e membro da SRB, esteve presente no painel “When Food Becomes Security” (Quando a Comida se Torna Segurança). Ela representou a voz dos produtores rurais brasileiros e defendeu a importância da viabilidade econômica da produção para garantir a segurança alimentar global.
A representação brasileira, pública e privada participou de painéis sobre:
Transição energética: O Brasil foi citado como potência verde, com destaque para biocombustíveis e energia renovável.
Agronegócio sustentável: Empresários do setor participaram de debates sobre competitividade e preservação ambiental.
Tecnologia e inovação: Startups brasileiras mostraram soluções em IA, fintechs e e-commerce.
Finanças e varejo.

Por que o agro foi tema central em Davos 2026:

Agricultura como infraestrutura econômica global:

Em Davos 2026, a agenda oficial do World Economic Forum (WEF) tratou a agricultura não mais como “setor isolado”, mas como parte da infraestrutura econômica mundial essencial ao desenvolvimento sustentável, crescimento e segurança alimentar. Especialistas destacaram que sistemas alimentares resilientes, água e tecnologia agrícola são fundamentais para a estabilidade econômica e social global e a agricultura foi integrada ao debate sobre prosperidade dentro dos limites planetários, enfatizando a necessidade de inovação, sustentabilidade e uso eficiente dos recursos naturais.

Tecnologia e Inteligência Artificial no agro:
Painéis como “Food @ the Edge” e Open Forum: Agricultural Evolution mostraram que tecnologia digital e inteligência artificial aplicada à agricultura — chamada de agricultural intelligence — pode revolucionar a produção de alimentos e enfrentar desafios como crescimento populacional, mudanças climáticas, eficiência produtiva sem expandir áreas cultivadas.

Segurança alimentar e recursos hídricos:
O tema da água, diretamente ligado à produção agrícola, foi tratado como central para garantir segurança alimentar, resiliência às mudanças climáticas e sustentabilidade das cadeias alimentares globais — integrando debates de economia, clima e política pública.

O agro foi reposicionado em Davos 2026 como um vetor estratégico de crescimento econômico, inovação tecnológica e segurança global, e não apenas como um setor produtivo tradicional.

Ao longo da programação, ficou evidente a mudança de narrativa: água, solo, biodiversidade e produção de alimentos passaram a ser tratados como ativos econômicos críticos, diretamente ligados à competitividade dos países e à resiliência das cadeias globais. A gestão eficiente desses recursos foi apresentada como condição básica para crescimento sustentável e mitigação de riscos climáticos e sociais.

A agenda destacou que a agricultura moderna depende cada vez mais de inovação tecnológica, dados, biociências e inteligência artificial, reforçando o papel do agro como setor intensivo em tecnologia e conhecimento. A digitalização da produção e a integração entre campo, indústria e mercados globais foram apontadas como caminhos para aumentar produtividade com menor impacto ambiental.

Outro ponto central dos debates foi a chamada finança da natureza. Iniciativas de restauração de áreas degradadas, conservação de ecossistemas e uso de soluções baseadas na natureza ganharam espaço como oportunidades reais de investimento, capazes de atrair capital privado e gerar retorno econômico mensurável.
A discussão também avançou sobre métricas, governança e instrumentos financeiros que permitam transformar sustentabilidade em ativo econômico, conectando produtores, empresas, investidores e governos em uma mesma agenda.
No Davos 2026, um dos painéis mais destacados no tema agrícola foi o chamado “Food @ the Edge”, parte do programa oficial do World Economic Forum. Nesse espaço, o setor agro foi tratado como um componente central da infraestrutura econômica global, além de um elemento crítico para segurança alimentar, tecnologia e adaptação às mudanças climáticas, com foco nos seguintes temas:

Tecnologia e Inteligência Artificial , Mudança de Paradigma , Riscos Sistêmicos e Segurança Alimentar.

Além do painel principal, o WEF 2026 incorporou debates que ampliam o entendimento sobre integração do setor agro com desafios globais:
Tecnologia e Acesso Digital:
Empresas como a Syngenta promoveram no WEF discussões específicas sobre IA e ferramentas digitais para agricultura, destacando tanto potencial transformador quanto desafios de inclusão tecnológica para pequenos e grandes agricultores — com foco em como políticas públicas e parcerias multilaterais podem reduzir lacunas de acesso à tecnologia.

Por exemplo, soluções de agricultural intelligence (inteligência agrícola) foram apresentadas para aumentar produtividade, prever pragas & doenças e fortalecer a tomada de decisões no campo, posicionando tecnologia como ponte entre inovação e segurança alimentar.

Temas Transversais Conectados ao Agro em Davos

O debate agrícola em Davos foi projetado para dialogar com outros eixos críticos:
Gestão Hídrica como Pilar de Produção
A água foi tratada como base estratégica da estabilidade econômica e social, vital para irrigação, produtividade agrícola e mitigação de impactos climáticos.
Finanças da Natureza
O evento explorou como soluções baseadas na natureza — como restauração de terras — podem reduzir riscos econômicos e atrair investimento privado sustentável, incluindo implicações direta para sistemas agrícolas e uso do solo.
Agricultura como Estresse Sistêmico
A agricultura foi enquadrada como um setor sob crescente estresse devido a mudanças climáticas, escassez de recursos e desigualdades nutricionais, exigindo uma evolução das práticas produtivas e dos modelos de governança global
O painel “Food @ the Edge” e as discussões correlatas colocaram o setor agrícola no centro de agendas econômicas, tecnológicas e de segurança global em Davos 2026; não foi uma pauta isolada, mas parte de um entendimento sistêmico das cadeias alimentares em um mundo em transformação.

A participação de líderes empresariais e tecnólogos reforça a necessidade de políticas públicas e parcerias público-privadas para ampliar acesso à inovação no campo.

As discussões sobre o agronegócio em Davos 2026 contaram com a participação de representantes de diversos países e regiões, incluindo:

Estados Unidos: Tiveram forte presença nas discussões sobre a agenda econômica e a segurança global, que agora integram o tema agrícola.

Canadá: O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, participou e ressaltou a necessidade de colaboração global, mencionando a importância de incluir China, Índia e Mercosul nas discussões.

China e Índia: Foram mencionados como países cruciais que precisam ser envolvidos nas discussões globais sobre agronegócio e economia.

Europa: Líderes europeus estiveram presentes, focando em temas como a transição verde e a segurança energética, que se conectam diretamente com as práticas sustentáveis no agronegócio.
Mercosul: A importância do bloco sul-americano foi destacada, embora a ausência de uma representação de alto nível do Brasil tenha sido notada.

O Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 voltou a evidenciar, segundo avaliação do consultor Jogi Humberto Oshiai, CBO da Melo Advogados e da M4 Capital e diretor da Oshiai Consultoria e Assessoria Ltda, a diferença entre países que atuam com liderança estratégica no cenário internacional e aqueles que se mantêm fora do centro das decisões que impactam economia, comércio e investimentos.

Na análise do consultor, a ausência do Brasil em um palco como Davos compromete a capacidade do país de defender interesses estratégicos em discussões que envolvem comércio internacional, políticas de sustentabilidade e fluxos globais de investimento. Ele avalia que o agronegócio brasileiro — responsável por parcela expressiva do PIB, das exportações e do superávit comercial — depende diretamente de previsibilidade, segurança jurídica e abertura de mercados.

Oshiai defende que o Brasil precisa retomar protagonismo no agronegócio e no cenário global com uma estratégia clara de participação internacional e valorização do setor produtivo. Na avaliação dele, políticas públicas voltadas à inovação tecnológica no campo e ao fortalecimento do ambiente de negócios são essenciais para ampliar competitividade e garantir espaço do país nas mesas que definem o futuro do comércio mundial.

Em resumo, poucos representantes privados do agronegócio brasileiro estiveram em Davos 2026. A ausência foi amplamente criticada como um erro estratégico, já que o fórum tratou justamente de temas centrais para o futuro do setor. O Brasil perdeu espaço de influência em um momento em que o agro foi reposicionado como infraestrutura crítica da economia global.

Em Davos 2026, países como Estados Unidos, União Europeia (com forte presença de Alemanha, França e Espanha), China, Índia e Canadá tiveram participação ativa do setor privado ligado ao agronegócio,

Para o especialista, o Brasil tem recursos, tecnologia e capacidade humana para liderar a produção de alimentos e a sustentabilidade global,

A importância do Agronegócio

O valor do setor agrícola global foi estimado em cerca de US$ 5 trilhões anualmente em 2025. Percentual do PIB Global: Projeções indicaram que a agricultura poderia contribuir com mais de 5% para o PIB global em 2025, ressaltando seu papel econômico fundamental. ( este dado pode variar conforme a fonte pesquisada)
Economias em Desenvolvimento: Em países em desenvolvimento, a agricultura é ainda mais vital, sendo responsável por cerca de 29% do PIB e fornecendo meios de subsistência para 2,5 bilhões de pessoas globalmente.
Participação na Economia Brasileira: Em 2025, estimou-se que o agronegócio representaria uma fatia significativa da economia brasileira, podendo atingir cerca de 29,4% do PIB nacional. Esse valor representaria o maior nível em 22 anos, com um crescimento estimado para o ano de até 5%.
Exportações Brasileiras: As exportações do agronegócio do Brasil em 2025 atingiram um recorde de US$ 169,2 bilhões, correspondendo a quase metade (48,5%) de todas as exportações do país no período.

Em resumo, Davos 2026 gerou um consenso de opinião e direcionamento estratégico que influenciará políticas públicas e decisões de investimento em todo o mundo, mas não “aprovou” medidas obrigatórias.

Conclusões

Mesmo antes de Davos, o Brasil teve avanços históricos no agronegócio:

  • maior número de mercados abertos globalmente;
  • recordes de exportação de produtos agrícolas;
  • políticas públicas fortes de crédito e apoio à agricultura familiar.
  • Isso coloca o Brasil como um dos protagonistas mundiais em produção e exportação agrícola, mesmo que sua participação pública em Davos tenha sido mais técnica que política, gerando uma percepção de menor protagonismo político

A defesa do agronegócio brasileiro é pauta da ALAGRO, Associação Latinoamericada do Agronegócio, que atua em articulação com outras entidades setoriais, como a SRB, CNA dentre outras.

A mensagem que emerge de Davos em 2026 é clara: agricultura e meio ambiente não são custos a serem geridos, mas investimentos estratégicos. O reposicionamento do agro como infraestrutura econômica amplia seu protagonismo nas decisões globais e reforça a importância de políticas públicas, inovação e cooperação internacional para o futuro da economia mundial.

Nesse cenário, o agro deixa de ocupar um papel secundário e passa a ser visto como base da infraestrutura econômica global, essencial para a estabilidade social, o crescimento econômico e a segurança dos países.

O agronegócio em Davos 2026 foi reconhecido como um setor vital para a estabilidade econômica e ambiental do mundo, exigindo inovação, investimento e um novo modelo de governança global. A ausência de uma representação de alto nível do Brasil no debate, apesar de o país ser um player central do agronegócio, gerou alertas sobre a perda de protagonismo em uma pauta estratégica.

Em vez de aprovações formais, as discussões de Davos 2026 sobre o agronegócio resultaram em:

Reposicionamento Estratégico: O principal resultado consensual foi o reconhecimento e a aceitação generalizada de que a agricultura, a água e o meio ambiente devem ser tratados como infraestruturas econômicas globais essenciais e não mais como temas secundários ou puramente ambientais.

Foco em Resiliência e Sustentabilidade: Houve um forte consenso sobre a necessidade de investir em sistemas alimentares resilientes ao clima e na adoção de práticas agrícolas inteligentes e de baixo carbono. A sustentabilidade e a rastreabilidade passaram a ser vistas como critérios de acesso a mercados e capital.

Promoção de Inovação e Financiamento Verde: As discussões incentivaram o direcionamento de capital global e investimentos em tecnologia agrícola (AgriTech) e soluções financeiras verdes, como financiamento verde, para apoiar a modernização do setor.
Alertas para a Governança Global: A ausência de representação de alto nível de países-chave, como o Brasil, gerou alertas sobre a necessidade de todos os players globais participarem ativamente dessas discussões para garantir uma governança global eficaz do setor.

Literatura pesquisada

https://www.agrimidia.com.br/internacional/davos-2026-expoe-ausencia-do-brasil-e-acende-alerta-para-o-agronegocio/
https://www.agrimidia.com.br/internacional/agro-ganha-status-de-infraestrutura-economica-em-davos/#:~:text=Agro%20ganha%20status%20de%20infraestrutura%20econ%C3%B4mica%20em%20Davos
https://forbes.com.br/forbesagro/2026/01/davos-reposiciona-agro-e-meio-ambiente-como-infraestrutura-economica-global/?utm_source=chatgpt.com
https://www.infomoney.com.br/business/global/davos-2026-o-que-realmente-se-destaca-ao-ler-os-sinais-e-nao-as-manchetes/

Enio Fonseca – Engenheiro Florestal, Senior Advisor em questões socioambientais, Especialização em Proteção Florestal pelo NARTC e CONAF-Chile, em Engenharia Ambiental pelo IETEC-MG, em Liderança em Gestão pela FDC, em Educação
Ambiental pela UNB, MBA em Gestão de Florestas pelo IBAPE, em Gestão Empresarial pela FGV, Conselheiro do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico, FMASE, foi Superintendente do IBAMA em MG, Superintendente de Gestão Ambiental do Grupo Cemig, Chefe do Departamento de Fiscalização e Controle Florestal do IEF, Conselheiro no Conselho de Política Ambiental do Estado de MG, Ex Presidente FMASE, founder da PACK OF WOLVES Assessoria Ambiental, foi Gestor Sustentabilidade Associação Mineradores de Ferro do Brasil e foi Diretor Meio Ambiente e Relações Institucionais da SAM Metais. Membro do Ibrades, Abdem, Adimin, Diretor de responsabilidade Social e Ambiental da Alagro, Sucesu, CEMA e CEP&G/ FIEMG e articulista do Canal direitoambiental.com.

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